Tudo é Possível para Ana Hickmann
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 14 de julho de 2009
Janaína Nunes<br> Folhapress 
As longas pernas de Ana Hickmann, 28 anos, levaram-na onde ela nem imaginava quando saiu de casa, no interior do Rio Grande do Sul, aos 15 anos, para acompanhar algumas amigas que tentariam a carreira de modelo em São Paulo. Ela foi a única predestinada no ano de 1996 e continua sendo até hoje. Em quatro anos, a gaúcha, que só de perna tem 1,20m, passou de colunista de moda a apresentadora.
Ana acaba de assumir o Tudo É Possível no lugar de Eliana, que foi para o SBT. Agora estou em um voo solo. É algo novo, mas vai dar tudo certo, diz.
Ao contrário do que pode parecer, o sucesso não veio de mão beijada para a apresentadora. Ana vem se aprimorando na TV desde que chegou à Record (2004). Trabalhou muito e passou por quatro programas (sendo que continua no Hoje em Dia) até conquistar o comando Tudo É Possível.
A bela está fazendo jus ao sobrenome: Hickmann, em alemão, significa homem lavrador. De trabalho ela gosta, ninguém pode negar. Renovei o contrato por mais oito anos. Vou engravidar na Record se Deus quiser, diz ela, sorrindo.
Estava planejando fazer uma série de reportagens pelo Brasil para o Hoje em Dia. O País é tão grande que, por mais que a gente viaje, não o conhece direito. Tem histórias lindas de pessoas que ajudam a construir um Brasil que ninguém vê, diz a loira.
Ana adora fazer reportagens. Morro de vontade de fazer jornalismo, confessa. De novo, falta-lhe tempo. Por sorte, ela está casada com o homem que também é seu agente.
Tudo na vida desta gaúcha é duradouro. Já são dez anos de casamento. No Hoje em Dia, ela está há quatros anos e não quer sair tão cedo. Não vou largar o programa nunca! Vou dosar os dois. O quadro de viagens foi adiado, mas eu continuo lá. Só não estarei às quartas e aos sábados.
Quem assume seu lugar nesses dias é Ticiane Pinheiro, que não foi com o marido, Roberto Justus, para o SBT. Ana sabe que estará no olho do furacão. As críticas sempre vão existir, mas só olho as construtivas. Só quero uma coisa, manter o ritmo da atração ao vivo no Tudo É Possível.


