Trunfos tecnológicos
Para encenar os rodeios do mocinho Zeca, a emissora conta com um simulador, como se fosse um touro mecânico, para correr em um trilho circular. Além disso, o diretor de fotografia, Sergio Tortori, encomendou lampiões com lâmpadas adaptadas para garantir uma incidência maior de luz no rosto de Eriberto Leão. ''O resultado é impressionante, indescritível'', valoriza o ator.
Para as gravações no Centro-Oeste, a maior dificuldade da equipe foi trabalhar com o forte calor, que chegou a 45ºC. ''Tivemos apenas alguns problemas com o gado nos três primeiros dias, pois era selvagem e estourava muito'', lembra o diretor Papinha. Nas passagens que exigiam ação, como as cavalgadas, as câmaras seguiam em carros preparados para captar a movimentação.
Ao todo, 80 profissionais viajaram ao Mato Grosso e mais de sete toneladas de equipamento de engenharia, produção de arte e cenografia foram transportadas para registrar as belezas naturais do estado. Outras 40 pessoas foram contratadas no local para completar a equipe. ''É uma estrutura diferente de quando se grava em asfalto, pois o solo atola. Para filmar durante a passagem dos peões pelo rodeio usamos microfones sem fio com uma boa captação e uma áquila, que é uma grua de 21 metros de comprimento'', explica Papinha.





