''Tropa de Elite 2'', um dos filmes nacionais mais esperados do ano, começou a campanha para chamar a atenção do público. Desde a última quarta-feira, o primeiro trailer do longa pode ser visto na internet e nos cinemas, em algumas sessões antes do fenômeno ''Eclipse''.
As primeiras imagens da produção estrelada por Wagner Moura só alimentam a vontade de assistir à continuação de ''Tropa de Elite'', vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim e sucesso de bilheteria formal e ''informal'' no Brasil. Ao mesmo tempo, fazem com que a equipe do longa, orçado em R$ 16 milhões, redobre o cuidado para que ele não chegue aos camelôs antes mesmo da estreia, em outubro - o que aconteceu com o primeiro filme.
Os cuidados são tantos que apenas o diretor José Padilha e sua equipe de produção podem ter contato com as imagens de ''Tropa 2''. O filme está em finalização e será distribuído pela própria produtora, responsável por grande parte do processo, sem fornecedores externos. O diretor montou uma estrutura própria para que isso seja feito.
Estima-se que 10 milhões de pessoas tenham assistido ao primeiro ''Tropa de Elite'' em versão pirata, contra 2 milhões que foram aos cinemas para vê-lo.
Na sequência do sucesso de 2007, Nascimento precisa lidar com um novo problema: as milícias que dominam várias favelas cariocas. ''O público não verá uma mera continuação de ''Tropa de Elite'. Nesse segundo filme, há uma nova abordagem da violência do Rio'', conta Rodrigo Pimentel, autor do livro, ''Elite da Tropa'', que serviu de base para os dois filmes.
''Se no primeiro longa o público pôde conhecer a realidade de um batalhão policial, no segundo serão mostrados os bastidores da Secretaria de Segurança Pública'', adianta.

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