Trilhas e observatório fazem parte do complexo
Trilhas e observatório
fazem parte do complexo
São sete quilômetros de trilhas interpretadas à disposição do visitante. Sob a orientação do guia José Augusto Rosa de Oliveira (o Guto), formado em ecologia e com experiência no Refúgio Caiman (MS), os turistas poderão observar as mais variadas espécies de pássaros (saíras, arapassu, gralhas, surucuá, jacu, tucano toco, tangará, tiés e sabiás) e animais, como macacos, bugios, jaguatirica, quatis, tatus e outros.
Para quem prefere esportes radicais, o Complexo Turístico do Nhundiaquara oferece rafting e a própria bóia cross, passando por cachoeiras e explorando áreas dentro da mata. Há ainda o rapel, escalada tirolesa e canyoning. E o próprio toboágua. José Augusto explica que todas essas atividades estão ancoradas em suporte técnico, para que o turista possa realmente aproveitar sua estada no santuário.
Desde que adquiriu a área do Poço Preto, Luis Cláudio Correia proibiu a pesca. Hoje, depois de dois anos, o turista pode mergulhar no meio de lambaris e nhacundás, espécies de peixes que estavam sendo dizimados pela pesca predatória no local. Não permito que retire um peixe sequer do rio, afirma o proprietário da área. (P.R.)





