''Sábado, nove horas da manhã, começa a concentração na praça Santos Andrade. Os estudantes pedem a libertação dos líderes que ainda estão presos. (...) O primeiro choque ocorre na esquina da rua XV com a Dr. Muricy e logo o centro da cidade - desde a Biblioteca Pública até a Casa do Estudante Universitário, ao lado do Colégio Estadual do Paraná - se transforma em campo de batalha.''
''Uma churrascada e um torneio de truco na Chácara do Alemão, lá no Boqueirão, não vai chamar a atenção de ninguém. Os diretórios sempre alugam a chácara para comemorações. Além disso, são poucos, 42 estudantes, entre eles delegados e apoio logístico. (...) Duas horas depois, ouve-se um rojão, mas não dá tempo de fugir. (...) Dez soldados para cada estudante, impossível escapar.''

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