‘‘... Eu vi o tal do currupira, o tal do currupira. Eu tava tirando madeira em São Camilo, divisa cum Triunfo, no rio. Ele falou pra mim assim: ‘Num é mais hora de trabalhar, cê já pode ir pra casa!’ Eu tava cum meu cavalo amarrado, fui lá, encilhei de qualquer jeito. Vou te falar, eu deixei machado, deixei tudo! E já vi, já vi. Falou pra mim que num era mais hora de trabalhar. Eu vi aquele vulto. Falou que num era mais hora de trabalhar...’’
(Relato de Osvaldo Pereira de Souza, conhecido como seu Vadô)

mockup