'Transformers' volta em 3D e cheio de efeitos
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quinta-feira, 30 de junho de 2011
Carlos Messias <br>Folhapress 
São Paulo - Hoje é a estreia mundial de ''Transformers: o Lado Oculto da Lua'', o terceiro e último longa-metragem da série iniciada em 2007. Filmada em 3D (ao invés de ser convertido, como foi o longa anterior), com duas horas e meia de duração e efeitos especiais mirabolantes, a produção se propõe a ser o filme oficial das férias da garotada.
A história começa em 1969, quando o homem pisa na Lua pela primeira vez. O que não foi revelado para o mundo na época do feito histórico é que os astronautas descobriram 'O Arco', uma nave espacial que seria decisiva na guerra entre os Decepticons (robôs do mal) e os Autobots, que formaram uma aliança com o governo norte-americano.
A trama corta então para os EUA de hoje, com o mocinho Sam (Shia LaBeouf), recém-saído da universidade, tentando conseguir um emprego e impressionar Carly, sua nova namorada. Apesar de ter salvado o mundo duas vezes, o jovem tem de levar a vida como um entregador de correspondências. Ele nem imagina que, em breve, será recrutado por Bumblebee -o Chevrolet Camaro que se transforma em robô vitaminado- para ajudar os Autobots na defesa pelo Arco e na luta contra os Decepticons.
Da sequência anterior, também continuam no elenco Josh Duhamel (como o coronel Lennox), John Turturro (o agente Simmons) e Tyrese Gibson (o chefe Epps). Entram em cena atores tarimbados, como John Malkovich, interpretando o chefe de Sam; a vencedora do Oscar Frances McDormand, que vive a secretária de Defesa dos EUA; e o galã de ''Grey's Anatomy'', Patrick Dempsey, que faz o patrão de Carly, e não se mostra bem-intencionado.
Mesmo com toda essa estopa, o filme se garante mesmo é nos efeitos especiais. Com orçamento de US$ 195 milhões (R$ 307 milhões), o diretor Michael Bay e o produtor Steven Spielberg não economizaram. Só a cena final tem cerca de meia-hora de ação ininterrupta. Mas não é indicado para quem busca um filme com boa história.


