TOME NOTA
- Dificilmente o turista vai encontrar pacotes que incluam a Síria nos roteiros tradicionais. O ideal é encomendar a viagem em uma agência de confiança. Uma passagem de avião, ida e volta, custa algo em torno de US$ 1.800, dependendo da temporada. Não há vôos diretos para Damasco. A conexão é feita em Roma ou Paris, principalmente. O país exige visto de brasileiros, que deve ser providenciado com pelo menos um mês de antecedência.
- Contrate um motorista de táxi para rodar pelo país. A viagem não é nenhuma exorbitância e, de quebra, tem um guia garantido. Os taxistas são simpáticos, mas é bom não soltar a língua. Dispensa-se qualquer comentário sobre a política do país. Não se preocupe com hospedagem. Existem bons hotéis, que vão contentar os que não abrem mão do conforto e aqueles que viajam humildemente como o apóstolo Paulo. Para se comunicar, o inglês nosso de cada dia é suficiente. Mas como a Síria foi dominada também pelo colonialismo da terra de De Gaulle, fala-se e escreve-se em francês, a segunda língua depois do árabe.
- Os funcionários da Embaixada da Síria, em Brasília, são extremamente cordiais e podem fornecer maiores informações. O telefone é (61) 226-1260, e (61) 226-0970.





