A Nova Zelândia habita o imaginário dos viajantes como destino belo e caro. Empenhado em mudar essa imagem, principalmente na América Latina, o Ministério de Turismo e Esportes neozelandês iniciou no final do ano passado, uma estratégia de marketing em países considerados mercados emissores potenciais de visitantes. No caso, o Brasil, Argentina e Chile.
Além da publicidade propriamente dita em revistas especializadas, a iniciativa incluiu visitas e palestras do ministro Murray McCully, de Turismo e Esportes em centros como São Paulo, Buenos Aires e Santiago.
A estatística mais recente, baseada no ano de 1996, dá conta que o turismo internacional na Nova Zelândia faturou US$ 4,8 bilhões, sendo US$ 1,3 bilhão em tarifas aéreas e US$ 3,5 bilhões em outros serviços. Em 1997, o país recebeu mais de 1,54 milhão de visitantes de outros continentes, um aumento de 5% em relação ao ano anterior. Mas esse crescimento pode ser maior, já que apenas 0,3% das pessoas que realizam viagens internacionais todo ano visitam o país.
ReproduçãoAukland é a maior e a mais bela cidade do paísCom aproximadamente 268 mil km2, a Nova Zelândia localiza-se no sudoeste no Oceano Pacífico, cerca de 1.600 km a leste da Austrália e quase no meio do caminho entre o Equador e o Pólo Sul. Os vizinhos mais próximos são a Nova Caledônia - território sob administração francesa -, as Ilhas Fiji e o Reino de Tonga.
Formado essencialmente pela Ilha do Norte e Ilha do Sul, separadas pelo estreito de Cook e várias ilhas menores isoladas e desabitadas, o país é um dos maiores arquipélagos do mundo. Nesse território, o visitante pode desfrutar de uma diversidade estonteante: vulcões, fiordes, florestas, gelerias, cachoeiras, cavernas, montanhas e praias.
A Ilha do Norte tem uma costa muito irregular, particularmente na península de Auckland. As principais cadeias montanhosas estendem-se ao longo da região leste da ilha. A região central é dominada por uma cadeia de vulcões. Três deles - o Ruapehu, o Ngauruhoe e o Tongariro - ainda estão ativos.
A Ilha do Sul tem uma costa mais regular, e é dominada pelas montanhas, lagos e fiordes. Os Alpes do Sul ocupam toda a extensão oeste da Ilha. Nada menos que 17 dos picos dessa cadeia passam dos 3 mil metros de altitude. O mais alto do país é o Monte Cook, que atinge 3.754 metros.
As ilhas são de uma beleza estonteante, famosas pelos redutos de pesca, jardins magníficos, 13 grandes parques nacionais, finas vinícolas, excelentes museus e nada menos que 400 campos de golfes. Além disso, são o paraíso para os praticantes de esportes de aventura.
Em Queenstown, ‘‘o playground de aventura do mundo’’ os adeptos do bungy jumping por exemplo, podem saltar da ponte do Rio Kawarau, a 43 metros de altura; ou da Ponte Skippers, a 71 metros. Para uma experiência mais suave, a opção é subir as planícies de Canterbury de onde se tem visões espetaculares dos lagos azuis glaciais. Ou sobrevoar os Alpes do Sul e o Monte Cook a bordo de um balão de ar quente.
Viajar de caiaque pelo mar, lagos ou rios é o ideal para aqueles que querem explorar áreas intactas da Nova Zelândia durante o verão (janeiro e fevereiro são os meses mais quentes).
Com dois a quatro dias de duração, existem oito grandes passeios que passam por paisagens magníficas, com muitos chalés de preços variados para pernoite. Os que gostam de pescar, emcontram o paraíso na Baía das Ilhas ou no Lago Taupo (trutas). O litoral aliás, é o céu também para os mergulhadores, com águas azuis e limpas, cheias de peixes coloridos e plantas.ReproduçãoParaísoBay of Islands: com praias maravilhosas e florestas nativas exuberantes, está entre os melhores locais para pesca e mergulho do planetaDa Redação

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