No norte do país, bem no centro do departamento de Petén, fica o maior sítio arqueológico da Guatemala, entre os 30 que lá existem. É o Parque Nacional de Tikal, que em seus 16 quilômetros quadrados desvenda um pouco da misteriosa cultura Maia, a civilização que desapareceu misteriosamente, muito antes da chegada de Colombo.
Os vestígios mais antigos levam ao ano de 250 a.C. e o desaparecimento se deu por volta de 900 d.C.. Em Tikal há seis grandes templos, nas chamadas praças. Um deles, o do Grande Jaguar, guarda a tumba de um governante Maia, AhCacao. É preciso fôlego para subir os degraus das pirâmides, algumas com 70 metros de altura. Mas descobrir no meio da selva esta civilização perdida, é uma emocionante viagem a um passado milenar.
Para visitar o parque é preciso reservar no mínimo umas quatro horas, pois as praças são distantes umas das outras e a trilha pela mata tem cerca de 5 km. Há ali uma boa estrutura de restaurantes e vendedores de água por toda a parte (o calor é intenso). Só não esqueça de levar repelente de insetos e muitos, mas muitos, filmes para fotografar. (J.G.R.)

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