Nova York -Um dos maiores hypes da imprensa americana confirma-se cada vez mais. O The Strokes, que já é a banda de rock mais aclamada pela crítica desde o Nirvana, continua sua escalada para o topo ganhando destaque em publicações na Europa e nos Estados Uidos, arrebatando prêmios importantes, como o Brit Awards e o NME Carling Music Awards, este realizado na Inglattera. O grupo que tem Julian Casablancas, o filho de John Casablancas, como cantor e o brasileiro Fabrizio Moretti como baterista também ganha importância por capitanear o movimento que decreta o fim da mesmice no pop.
No fim do ano, a sonoridade crua dos Strokes e a voz rouca de Julian rendeu mais frutos: um painel de mais de 600 críticos de música reunidos pelo ‘‘Village Voice’’ elegeu ‘‘Is This It’’ o segundo melhor disco do ano e, em janeiro, uma aparição no ‘‘Saturday Night Live’’ garantiu boas vendas para o trabalho, que já tem mais de 400 mil unidades vendidas nos Estados Unidos.
Mas é na Inglaterra que os Strokes continuam fazendo mais sucesso - um fenômeno curioso, já que tantas bandas de rock não têm conseguido dar certo em terras americanas. Apesar de ainda não terem sido descobertos pela Academia de Artes e Ciências Fonográficas dos Estados Unidos, responsável pelas indicações do Grammy, a banda ganhou o prêmio de revelação internacional na principal premiação de lá, o Brit Awards, realizado na semana passada. No NME Carling Music Awards, organizado pelo semanário ‘‘New Musical Express’’, eles foram os principais vencedores, levando as estatuetas de melhor banda, disco e artista novo.

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