TEVÊ - Bate-papo sobre estilo e glamour
PUBLICAÇÃO
domingo, 21 de novembro de 2004
Reportagem Local 
Os convidados não poderiam ser mais chiques. Costanza Pascolato e Ocimar Versolato estarão juntos hoje no ''Dois a Um'', programa de Mônica Waldvogel no SBT que vai ao ar logo depois da ''Sessão das Dez''. Os entrevistados do mundo fashion vivem o clima de glamour, estilo e beleza. O luxo é a matéria-prima de seus trabalhos e eles contam à entrevistadora como lidam com isso. Costanza mostra que este é seu habitat natural. A empresária da moda é a top na lista das mais elegantes do Brasil e nem precisamos dizer o porquê. Já o estilista, que se define como uma pessoa de talento, parece lidar com o luxo como obsessão. Ele reúne em suas criações todos os ícones de riqueza e produz para poucos. Durante a entrevista eles mostram suas afinidades e suas diferentes opiniões sobre vários assuntos.
Eles vão revelar aos telespectadores onde estão os prazeres caros e exclusivos? Afinal, o que é luxo, estilo? Qual é o perfil do brasileiro com acesso a tudo isso? Quais são as dicas dos experts para estarmos sempre na moda?
A definição de luxo para Costanza é simples: ''É tudo aquilo que é raro, caro e exclusivo''. Ocimar diz que ''Luxo é tudo isso, mas também é o refinamento do essencial''. E complementa: ''Tudo o que você tem que é essencial, mas sendo mais refinado passa a ser artigo de luxo. Ou seja, uma caneta, você tem uma Bic, se você quer uma Montblanc, você quer luxo, as duas escrevem e cumprem sua função. Então o luxo é isso''.
A empresária da moda revela ainda que hoje, as mulheres brasileiras sabem o que querem, têm estilo, fazem uma mistura inteligente de roupas. ''Elas compram um terninho caro, mas usam uma blusa mais básica por baixo''. Além disso, conta que nossa moda é acompanhada de perto por estilistas estrangeiros que aplicam nosso depoimento visual em seus países. Ocimar discorda da amiga no que diz respeito a comprar um produto caro e associá-lo a um mais barato. Ele diz que: ''Quem compra luxo não compra uma camiseta descartável para usar junto''.
Mas ambos concordam que o preto é básico e deve ser usado em qualquer ocasião, seja no trabalho ou na vida social. Ele chega ao ponto de utilizar no seu escritório, da roupa dos seus funcionários a móveis, pisos e paredes, só preto e branco, para que nada interfira em suas criações. A empresária, que lida com tecidos coloridos e muitas estampas na tecelagem da família, também faz do preto seu ''uniforme'' diário.
O bate-papo com Mônica Waldvogel vai além do que se usa ou não, revelando os percalços das carreiras dos profissionais e o que é ou não é verdade na onda verde-amarela que transcende as nossas fronteiras, atingindo países da Europa e Estado Unidos.


