Matheus Nachtergaele é, para muitos, o grande ator de sua geração. Representando personagens pouco convencionais, atuou em filmes de sucesso do cinema nacional recente como ''O Auto da Compadecida'', ''Cidade de Deus'' e o premiado ''Amarelo Manga'' (do pernambucano Cláudio Assis e ainda inédito no circuito comercial).
Nos palcos, brilhou em diversas peças, entre elas ''Woyzeck'', do alemão George Buchner. E é especialmente sobre teatro e cinema que ele fala hoje a Marília Gabriela, em entrevista que vai ao ar pelo canal GNT. Além de dissecar alguns de seus papéis, o ator faz revelações, como a de que planeja trabalhar atrás das câmeras.
Matheus diz que quer dirigir um filme e que já possui um roteiro de sua própria autoria, batizado de ''A Festa da Menina Morta'', que já foi premiado pela Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro. Segundo o artista, o filme abordará temas como religiosidade e família, além de incluir elementos biográficos.
Ainda no bate-papo, conta que o gosto pela escrita vem desde a infância e, sobre sua vida pessoal, Matheus fala de sua relação com a bebida e também do papel de sua mãe, já morta. ''O álcool já ocupou um espaço grande na minha vida, mas não sei se cheguei a ser um alcoólatra'', resume. Já sobre si mesmo, define-se como um ''maluquinho adaptado, que a sociedade aceita''. A entrevista vai ao ar às 22 horas.

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