Quando se fala em uma atividade que envolva lógica e rapidez de raciocínio, o xadrez vem à cabeça de muitos - não por acaso, Albert Einstein era expert nessa modalidade cujas combinações ''matemáticas'' são comparadas ao número de átomos. ''É um mundo fabuloso'', comenta o professor de Educação Física Junior Cesar Dias de Jesus, que há dois meses está desenvolvendo um projeto de ensino de xadrez com alunos dos ensinos fundamentais 1 e 2 da Escola Educativa, de Londrina.

O xadrez começou a conquistar espaço na Escola como atividade substitutiva enquanto a quadra esportiva era reformada, e se revelou uma alternativa eficiente para aprimorar o conteúdo dos alunos, além de estimular alguns aspectos da aprendizagem - como raciocínio e concentração.

E o projeto superou as expectativas. Dos alunos do primeiro ao nono ano (antiga oitava série), a prática esportiva virou mania na escola. Além de jogar xadrez nas aulas de Educação Física, os estudantes também passaram a aproveitar o horário do recreio para aprimorar as suas jogadas. No refeitório, no gramado, na biblioteca ou nos bancos do pátio, qualquer lugar passou a ser perfeito para tentar mais um xeque-mate.

Saiba mais sobre a paixão das crianças pelo tabuleiro na matéria de Ana Paula Nascimento.

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