Treinar o ouvido para ir regulando a velocidade da música para ‘‘encaixar’’ uma batida na outra com perfeição era um desafio na era do vinil. Mas a tecnologia trouxe o display digital, que mostra as batidas por minuto (bpm) de cada música, facilitando muito a regulagem.
  Além disso, a internet facilitou muito o acesso às músicas. Se antes o DJ Suzuki precisava ir até São Paulo em busca de novidades em lojas especializadas, agora basta se conectar. Ele também nunca mais precisou pagar até US$ 20 por uma única música. E, embora considere a qualidade do som do vinil muito melhor, agora suas quase cinco mil músicas cabem em um HD.
  Assim com a tecnologia facilitou a vida de Suzuki, ela tem permitido que muita gente apaixonada por música também tenha a sua chance de ingressar no ramo. ‘‘Qualquer pessoa pode ser DJ. É só gostar muito de música’’, reconhece Fábio Costa, o DJ Vegas8. Mas ele lembra que, por isso mesmo, a concorrência é grande, e para conquistar sua parcela no mercado é preciso ter um diferencial. ‘‘Tem que ter um algo mais, acrescentar alguma coisa, fazer o seu estilo.’’ (A.I.)

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