TATTOOS PARATODOS OS GOSTOS
As tatuagens com motivos tribais foram, segundo Juliana, as mais requisitadas em Londrina neste verão. Os desenhos reproduzem tribos norte-americanas, maias, incas ou astecas com variações geométricas e abstratas. Mas a relação de tipos de tattoos é enorme. Para os que pretendem aplicar uma ‘‘estampa’’ na pele, mas não sabem que estilo escolher, segue aí um catálogo de opções difundidas nas principais capitais do País.
TRADICIONAL- mais conhecida como tattoo de marinheiro. São os ‘‘batidos’’ corações e âncoras. Os marinheiros foram os divulgadores da tatuagem, trouxeram-na de suas viagens ao oriente.
SUMI- técnica oriental de tatuar usando bambu. Dói muito, mais do que as feitas com agulhas. Geralmente são desenhos ricos em detalhes.
REALISTA- desenhos que imitam o mundo real como mulheres, pássaros e personalidades.
ESTILIZADA- como o próprio nome já diz, são desenhos estilizados.
ALTO RELEVO- muito difundida entre os índios. A pele é dissecada formando desenhos. Altamente dolorida.
BLEFARO PIGMENTAÇÃO- a maquiagem definitiva.
CELTA- desenhos de origem celta com figuras entrelaçadas, podem ser pretos ou coloridos.
TRIBAL- desenhos em preto ou coloridos com motivos tribais, podem ser desenhos de tribos norte-americanas, maias, incas ou astecas ou geométricos e abstratos.
ORIENTAL- trabalhos grandes, tipo painel ou corpo inteiro com motivos orientais, como samurais, dragões e gueixas.
PSICODÉLICA- trabalhos supercoloridos com motivos totalmente malucos, como a de Jay Youngue, guitarrista da banda ‘‘White Zombie’’. Ele tem tatuado no braço um gato preto, cego e eriçado em cima de um muro de tijolos cheio de olhos azuis.
RELIGIOSAS- trabalhos com personagens bíblicos. Max do ‘‘Sepultura’’ tem uma de Jesus Cristo no antebraço.
BOLD LINE- desenhos das Comics e HQs com traços bem largos e cores berrantes.
BRANDING- tatuagem marcada a ferro e fogo.
Nelson Sato e Agência Estado

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