DivulgaçãoTaquara Rachada: oboé, clarineta, canto e percussãoO grupo curitibano Taquara Rachada abre a programação dos Concertos Matinais deste ano, às 10h30 no Cine-Teatro Ouro Verde, na Rua Maranhão, 85, em Londrina. O Taquara Rachada é um grupo de Câmara com um repertório que vai desde choros e modinhas até composições próprias. A entrada é franca.
O grupo é composto por Javier Balbinder no oboé, Marcelo Oliveira na clarineta, Gustavo Koberstein no fagote e Aglaê Frigeri no canto e percussão. Balbinder é de Buenos Aires e atuou como músico profissional nas Orquestras Sinfônicas de Campinas, Bahia, Recife e do Paraná, entre outras.
Já o clarinetista Marcelo Oliveira nasceu em Nova Friburgo e trabalhou na Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Sinfônica Brasileira, e atualmente é o primeiro clarinetista solista da Orquestra Sinfônica do Paraná.
Gustavo Koberstein atuou na Orquestra Sinfônica da Universidade de Brasília, onde nasceu, e atualmente é membro da Orquestra Sinfônica do Paraná. O percussionista Aglaê Frigeri nasceu em Londrina e participou de diversos projetos por todo o País.
Entre as composições que o Taquara Rachada vai apresentar, estão Expresso 2222, de Gilberto Gil; Habanera, de Paquito D’Riviera, La Muerte del Angel, de Astor Piazzolla; Odeon, de Ernesto Nazareth; Proesas de Solon, de Pixinguinha e Dança em Fá, de Haydn.
A série Concertos Matinais é um projeto de Extensão da Universidade Estadual de Londrina que, uma vez por mês, promove uma apresentação musical no Ouro Verde. O projeto é coordenado por Rose Ana Carvalho e desenvolverá dez concertos de estilos e repertórios variados.
Os Concertos Matinais são realizados desde 1992, e o projeto produz ainda um programa de rádio com a coordenação de Francisca Pinheiro, do Departamento de Comunicação, veiculado pela Universidade FM, além de um trabalho de formação de público desenvolvido pelo professor Mário Loureiro, do Departamento de Artes da UEL.

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