Superprodução e elevados cachês
Com a popularização da música eletrônica, os DJs saíram do confinamento das cabines e ganharam dimensão internacional, com apelidos e estilos que os transformaram em estrelas das pistas de dança. Na esteira da fama, alguns DJs cobram cachês que podem chegar a dezenas de milhares de dólares, como é o caso de Satoshi Tomiie. Segundo o produtor de eventos da boate Vega, Wellington Shiavinato, o cachê do DJ japonês é de R$ 30 mil. ''Cada minuto que ele toca sai por R$ 300,00'', revela. Em clima de superprodução, o custo da festa será de R$ 45 mil.
Para atingir o nível do convidado, a Vega teve que se equipar com 14 TVs de plasma, três projetores de 2.500 lumes, 50 metros de estrutura metálica, 20 move heads (iluminação decorativa) e mais quatro câmeras filmando a festa ao vivo. Para completar, a decoração será toda em preto e branco. ''Satoshi Tomiie é nome de peso e nunca tocou no Paraná. Já formamos um público fiel de música eletrônica na casa e temos a responsabilidade de trazer grandes nomes. Esta é uma festa para reunir aqueles que realmente gostam e entendem de música eletrônica'', comenta Shiavinato.
Os convidados da noite começam a tocar a partir das 23h, com o DJ Wenner Soares (residente) na abertura; DJ Luiz Eurico Klotz (responsável pelo projeto Skol Beats) à 1h e DJ Satoshi Tomiie às 2h30. Já o sucessor de Tomiie nas pickups será um ''DJ surpresa''. (C.V.)





