Sob a luz dos jardins
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segunda-feira, 26 de maio de 1997
Agência Estado 
ReproduçãoNinféias, tema constante na obra de Monet que adorava os jardins. Nas telas, a luminosidade é recriada: marca do ImpressionismoA maioria dos quadros de Monet apresentados no Brasil retrata os jardins plantados pelo próprio pintor e faz parte da chamada fase Giverny do artista, referente a seus últimos 43 anos de vida. Claude Monet foi um grande amante da natureza, em especial das flores, que imortalizou nos quadros pintados em sua casa em Giverny, na Normandia, onde morou de 1883 até 1926. A paixão de recriar seus jardins nas telas, sob as diversas luminosidades do dia, transformou os quadros desta fase na expressão máxima do Impressionismo. Entre os quadros que fazem parte da exposição brasileira estão diversos das séries As Ninféias, As Glicínias e O Caminho das Rosas.
Podem ser vistos também sete desenhos do artista, realizados entre 1885, quando Monet tinha apenas 15 anos de idade, e 1870. Completam a exposição principal objetos pessoais de Monet e dezesseis quadros de outros artistas do Impressionismo, contemporâneos do pintor francês. Nove delas pertenciam à coleção particular do próprio Monet e fazem parte do acervo do museu Marmottan. Entre eles, duas telas de Renoir e uma de Sisley. O Museu de Belas Artes (Rio) e o Masp (São Paulo) cederam para a exposição Monet outros nove quadros.


