Só de cafezinho são 700 xícaras por dia
Números não poderiam deixar de fazer parte de um evento do porte do Filo. Só na Mostra Nacional, duzentos quartos de hotel (Bourbon, Crystal e Pousada da Mata) foram ocupados por mais de 400 pessoas vindas de sete Estados do Brasil além da Dinamarca e Bolívia. Para dar conta de tudo e todos, a organização foi constituída por cem pessoas.
Até o final do evento, amanhã, estima-se que serão servidas 1.690 refeições diárias aos participantes. O Buffet Trautwein fez as vezes de restaurante oficial. O Bar Valentino, como sempre, se transformou no principal ponto de encontro etílico, gastronômico e...de confraternização.
Ah, sim, há um outro número interessante: a quantidade de cafezinhos servidos. São pelo menos 700 xícaras por dia. Ou seja, bules e mais bules que são preparados por Zilda Bortolossi, funcionária da Casa de Cultura e que há 21 anos é a fazedora oficial de café do Filo. Neste ano a novidade, como conta, ficou por conta do pó solúvel. Para mim foi ótimo porque não preciso coar. Mas uma coisa é certa: o cafezinho não pode faltar- diz ela. Chá também é feito. Mas tem pouca saída.
Na parte de transporte, a organização do Filo conta com seis carros (uma Van, 4 kombis, um carro de passeio e um ônibus cedido pela Til) que percorrem, de acordo com os cálculos de Darlene Kopinski, reponsável por esse setor, cerca de 170 quilômetros por dia. É pouco veículo mas a gente consegue dar conta- diz. Como? Através da mágica do Festival- responde bem-humorada. A maratona teatral pode estar chegando ao fim. Mas a turma dos bastidores sabe que tudo vai ser retomado (e redobrado) na Mostra Internacional do Filo, que acontece de 1º a 13 de junho. Mas isso é uma outra história a ser contada depois. (A.M.J.)





