São Paulo - A história de "Sherlock Holmes" permanecerá em domínio público, apesar das tentativas de manter os diretos autorais sobra a obra, levadas à justiça pelos administradores do espólio do escritor Sir Arthur Conan Doyle (1859-1930). A corte americana decidiu anteontem em favor de um editor que brigava pelo livre uso da história do famoso detetive britânico, criado por Doyle no final do século 19. A disputa entre o editor de livros Leslie Klinger e os atuais administradores da herança de Doyle teve início no ano passado.
Em sua decisão, o juiz do caso considerou a demanda uma "forma de extorsão", e a atuação de Klinger, um "serviço público". No Brasil e no Reino Unido, o prazo para uma obra entrar em domínio público é de 70 anos após a morte de seu autor, o que significa que todos os livros de Conan Doyle podem ser reeditados e adaptados livremente nos dois países.

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