Sequência
(na morte de Acácio)
Um disparo na têmpora. Um grito na noite. De novo novamente morto. Ainda assim seu corpo: exumado. Destempo. Cérebro intacto. Múmia helênica do Egito? Janelas e átrios de pedra. Luz que incide em si, sempre.
(Não se entendia o que dizia, apesar do auxílio de uns dentes. A voz ígnea de Mara?). Ferida incisa. Discos voadores. Fios elétricos. Ataque. Suicídio? Helium. Lâmpada portátil. De Zeroville, téssera: um vermiculu invade casas ao acaso. (Régis Bonvicino, ‘‘Céu-Eclipse’’, poema em homenagem a Acácio, o Bandido da Luz Vermelha)

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