Sentindo-se um alemão nato
Permita-se, em meio à farta seleção de pontos turísticos tradicionais, conhecer alguns programas que qualquer morador lhe recomendaria. Primeiro, guarde o guia de viagem na mala e carregue só o mapa, para o caso de se perder. Use como ponto de partida a Marienplatz, no coração de Munique.
Tênis nos pés, caminhe sem pressa, pois a cada ruela uma surpresa aparece. Próximo da famosa praça, quarteirões com galerias recém-inauguradas apresentam o que há de mais atual e exclusivo em moda (o estilista Ermenegildo Zegna está ali com sua loja), arte, decoração e gastronomia. O design do espaço ficou a cargo do arquiteto italiano Herzog de Meuron, e vale olhar o resultado. Pegando a Theatinerstrasse já se vê o moderno complexo da calçada.
A Maximiliamstrasse também é cheia de lojas de grifes famosas como a nacional Moshammer, de Rudolph Moshammer. Figura respeitada na Alemanha, o artista polivalente tem marca de roupa masculina, escreveu livros e gravou CDs.
Anote outra rua: Sendlingerstrasse. Entre boutiques e óticas caras se esconde uma relíquia. De fora da Asamkirche, não se desconfia da sua grandiosidade. Os irmãos Asam financiaram a obra da igreja de estilo rococó, tão repleta de afrescos, esculturas e pinturas que é necessário algum tempo para registrar todos os elementos.
No fim de tarde, todos os muniquenses parecem se reunir no chafariz da Karlsplatz. Adiante, o Karlstor, um imenso portão, leva a Neuhauserstrasse. A passarela torna-se obrigatória pois é o caminho a pé para a Marienplatz e oferece comércio variado. Uma parada na Augustiner Broustuben, o salão da cervejaria homônima, é muito bem-vinda para happy hours.





