Agência Estado
Elisa Marilia Carneiro
De Curitiba
Outro nicho que o canal prepara-se para explorar é o dos telefilmes. Já estão com roteiro em andamento, seis longas que serão produzidos em parceria com a TV Educativa. Serão filmes de 80 minutos, que vão ao ar na TV paga para, depois, serem exibidos pela TV convencional. ‘‘Este é um mercado tradicional no exterior, mas que ainda é pouco explorado no Brasil’’, diz o diretor Wilson Cunha. ‘‘E não é necessário ter orçamentos astronômicos.’’
Cada filme deverá ter um custo de R$ 500 mil. A idéia é que duas produtoras independentes, a serem selecionadas pelo canal, façam três dos filmes. ‘‘Assim, temos um ganho de escala, com apenas um núcleo de produção e a mesma equipe para as três produções’’, completa Cunha.
Também para baratear custos, os telefilmes terão temas urbanos. ‘‘A temática deve ser moderna, ter relação com a nova linguagem visual do canal’’, diz Cunha.
Além da chegada dos telefilmes, a nova fase do canal também será marcada por seriados originais. Já estão no orçamento do ano 2000, as séries ‘‘Amor Que Fica’’, que está sendo filmada, e ‘‘Como ser Solteiro’’, que estréia no Multishow no dia 11.

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