Segredos para não deixar cair a peteca nas pistas
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 19 de abril de 2002
Equipe da Folha 
Curitiba Para incendiar a pista o DJ trabalha muito com o improvisso. Você vê as pessoas próximas e imagina o que elas querem ouvir naquela hora. Geralmente o que acontece é o seguinte: se estou fazendo um som que está me agradando, em 95% dos casos vai estar agradando o público. Duas dicas importantes: relaxar e não ter medo de errar, explica Leozinho, o mais famoso DJ paranaense.
Quando a música está muito devagar o DJ pode trapacear e acelerar o pitch, deixando-a mais rápida. Existem outras técnicas apreciadas no segmento, que ajudam a mudar o fôlego da pista, como back-to-back e speed-back. Além disso existe outras manhas que ajudam, como a equalização. Alguns mixers têm efeitos e pode-se adicionar reverb, delay, eco e até filtro para o DJ incendiar nas apresentações.
O equipamento básico são duas pick-ups e um mixer. As mais usadas são as Technics, que estão no mercado há mais de 20 anos e são confiáveis. No ano passado a Vestax lançou uma muito boa. Mas a maioria dos clubes prefere os da marca Technics. A maioria dos mixers tem controle de grave, médio e agudo. Alguns outros como Pionners oferece efeitos. Um dos melhores modelos é o PJM600.


