São Paulo, 19 (AE) - O Museu Guggenheim de Nova York (a sede) é um dos mais prestigiosos do mundo. O prédio, uma das obras-primas do arquiteto Frank Lloyd Wright, foi desenhado a convite do milionário Solomon R. Guggenheim em 1943, para abrigar sua coleção de arte contemporânea. A construção só começou em 1956 e foi completada em 1959, seis meses após a morte de Lloyd Wright. Em 1990, sofreu uma reforma monstruosa, que levou dois anos. Foi reaberto em junho de 1992. Tem a maior coleção do mundo de Kandinsky, além de obras-mestras de Brancusi
Calder, Chagall, Delaunay, Klee, Miró, Picasso e outros.
A coleção começou a ser montada nos anos 20 por Solomon Guggenheim, que tinha a consultoria do expert em art Hilla Rebay
admirador da pintura abstrata. Em 1927, foi criada a fundação, com o propósito específico de fazer o museu para abrigar a coleção. Inicialmente, deveria chamar-se Museu de Pintura Não-Objetiva. Mas seu fundador a rebatizou em 1952. Em 1976, a mulher do colecionador Justin K. Thannhauser doou seu espólio artístico ao museu. Eram obras-primas de Cezanne, Degas, Gauguin
Manet, Picasso, Toulouse-Lautrec, Van Gogh e outros. No mesmo ano, o museu anexou a coleção de Peggy Guggenheim, com cubistas, surrealistas e expressionistas abstratos.
Hoje, além dos dois em Nova York, há Guggenheims em Bilbao (Espanha), Veneza (Itália) e Berlim (Alemanha).

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