Caso o Brasil esteja na Segunda Fase da Copa do Mundo, são duas as possibilidades de lugares onde ocorrerão os jogos. Na primeira, estão Kobe, Shizuoka e Yokohama. Na segunda, Miyagi, Osaka, Saitama e também Yokohama. Veja o que o visitante encontrará em cada uma delas.
Yokohama: é a sede da grande final, marcada no Internacional Stadium Yokohama, o maior estádio do Japão. Na cidade de 3,5 milhões de habitantes, um dos destaques é o bairro de Chinatown, que atrai pela culinária e pela atmosfera exótica. Outro lugar interessante é o Minato Mirai 21, a área aterrada de uma baía cheia de arranha-céus ultramodernos. É lá que fica o Landmark Tower Sky Garden, um observatório no 69º andar do edifício Landmark Tower, o mais alto do país, de onde se avista de Tóquio até o Monte Fuji. Conheça também o jardim japonês Sankeien, onde estão vários patrimônios culturais do Japão, e o Hakkeijima SeaParadise (Paraíso Marinho de Yokohama) – uma ilha com atrações turísticas como o Museu Acqua, um dos maiores aquários do país.
Miyagi: entre as atrações dessa região estão o Castelo de Shiroishi, a antiga residência da família Katakura, um samurai do clã Date, e o Mausoléu Zuihoden, um local de arquitetura impressionante que fica num bosque de cedros de 400 anos. Mas o maior destaque por lá é o Matsushima, um dos três cenários mais famosos do Japão. É um conjunto de 260 pequenas ilhas numa baía, sendo que numa delas foi levantado o Pavilhão Godaido, uma amostra da arquitetura budista. Outro atrativo em Miyagi, o Okama do Monte Zao, um lago-cratera que é a paisagem símbolo da cadeia vulcânica de Zao. Lá, águas termais e pistas de esqui.
Shizuoka: ela é ponto de partida para duas das maiores atrações naturais do Japão – os parques nacionais de Fuji-Hakone-Izu e dos Alpes do Sul, com cenário de mar e montanhas. Além dos atrativos históricos que mostram a época dos xóguns dos séculos 12 e 13. De quase toda a província dá para ver o Monte Fuji, o simbólico monte de 3.776 metros de altura. E, durante o verão, seu cume fica aberto aos turistas.
Osaka: bons restaurantes e atrações históricas. Vale visitar o Castelo de Osaka, construído no século 16, e o distrito Kita, que reúne prédios modernos, restaurantes e lojas. Também o Grande Santuário Sumiyoshi, do século 3, dedicado à divindade guardiã da navegação. E, para quem quiser americanizar um pouco a viagem, a Universal Studios Japan, nos moldes do parque de Orlando, com shows e atrações.
Saitama: cultura e história combinadas com atrativos naturais. Entre os destaques, o Parque Nagatoro, onde se pode fazer um passeio de barco. A Vila de Bonsai (na verdade, uma fazenda) é outro lugar interessante para se conhecer o cultivo das árvores em miniatura. Não perca, ainda, o Museu de John Lennon, o primeiro no mundo a homenagear seus 40 anos de vida e sua carreira.
Kobe: cenário cosmopolita com o Monte Rokko de pano de fundo. Na área central, há distritos que guardam a atmosfera de tempos passados, como a cidade de Nada, famosa em todo o país pelas fábricas de saquê. A 30 minutos de carro de lá, fica a Praia de Suma e a Ponte Akashi Kaikyo, a maior ponte-pênsil do mundo.

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