É possível reconhecer o verdadeiro prato mediterrâneo quando se sente o sabor do peixe, da carne e dos vegetais individualmente; quando um não suprime o outro. Além disto, embora bem condimentada com ervas aromáticas, a comida tem sabor suave, sem excesso de alho e sal. Uma outra característica são pratos que satisfaçam a visão, o paladar e o olfato. E, apesar da simplicidade aparente das receitas, o bom cozinheiro tem de conhecer profundamente os ingredientes para criar pratos geniais.
Mas o grande benefício - além do próprio sabor, é claro - é que a cozinha mediterrânea está entre as melhores para a saúde do mundo. Habitantes da região tem o melhor índice de corações saudáveis de todo o planeta. E o azeite de oliva, consumido a rodo na região, não leva sozinho todo o crédito. Sua dieta também difere em outras formas significativas. Para iniciar a dieta mediterrânea, eis o que um norte-americano típico teria que fazer, segundo o Guia Internet São Paulo:
• Dobrar o consumo de frutos do mar
• Aumentar em 66% o consumo de vegetais (verduras e legumes)
• Aumentar em 10% o consumo de frutas (todas)
• Consumir 4 vezes mais azeite de oliva
• Consumir a metade dos outros óleos vegetais
• Consumir 50% menos de leite integral, creme e nata, trocando por leite e iogurte desnatados ou coalhada
• Comer 20% mais cereais integrais (arroz, macarrão) e feijões
• Comer 45% menos carne vermelha
• Comer 16% menos ovos, trocando os de granja por ovos caipiras

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