SAMPA É A
CAPITAL
DOS NEGÓCIOS
Cidade sedia aproximadamente 45 mil eventos por ano, atraindo executivos do Brasil e exterior
Cleide Cavalcante
Agência Estado
ReproduçãoEstruturaSão Paulo está preparada para grandes congressos, feiras e simpósios, além de ter bons restaurantes, bares e intensa vida cultural e noturnaSão Paulo é a capital brasileira do turismo de negócios. A cidade oferece excelentes condições para esse tipo de ‘‘viagem’’, com infra-estrutura preparada para grandes congressos, feiras e simpósios, além de bons restaurantes, bares e intensa vida cultural e noturna. Tudo o que o turista quiser fazer tem em São Paulo.
Para se ter uma idéia, são aproximadamente 45 mil eventos por ano, só no mês de junho serão realizados 28. A indústria do turismo de negócios é responsável pela movimentação de metade da receita total do setor no País, estimada pela Embratur em mais de US$ 7 bilhões. Esse tipo de turista/empresário chega de todas as partes do mundo (500 mil) e de todo o País, somando aproximadamente 2,5 milhões de visitantes.
A ‘‘capital dos negócios’’ da América Latina tem 10 mil restaurantes, 70 teatros, 120 cinemas e 40 museus. Fora isso há shoppings, parques e muitos pontos de atração turística. O executivo que procura a cidade e que desejar aproveitar as horas de folga para um tour, tem várias opções: roteiros culturais, ecológicos, gastronômicos, de moda, noturnos e até a pé, fazendo o circuito das igrejas localizadas na região central.
A Anhembi Turismo e Eventos da Cidade de São Paulo S.A, empresa responsável pelo turismo na capital, acaba de ganhar um novo diretor de turismo, Francisco Antônio Fraga. Ele explica que o órgão está concluindo a primeira fase do Platum, o plano municipal de turismo que prevê uma série de incrementos para o setor, desde melhor divulgação dos pontos turísticos até a melhoria de infra-estrutura e limpeza de rios, como o Tietê e Pinheiros. ‘‘Este projeto será apresentado ao Conselho Municipal de Turismo (Contur) nos próximos dias’’, observa.
Segundo ele, o papel do Contur, formado por 32 entidades do setor público e privado, é definir diretrizes estratégicas para o turismo na cidade. ‘‘A grande ênfase será para o turismo de negócios’’, garante. A idéia, observa Fraga, é aumentar ao máximo o tempo de permanência do turista de negócios na capital. ‘‘Mas tudo isso depende de projetos a longo, médio e curto prazos’’, destaca. ‘‘Nossa meta é ter todas estas ações em prática até o ano 2005.’’ Ainda com relação ao Platum, o gerente de turismo da Anhembi, Roberto Spaccaqurhe informa que a idéia é mostrar ao público executivo, especialmente, que independente do setor de negócios, há muito o que se ver na capital. ‘‘Queremos enfatizar uma outra visão para visitante, como os entretenimentos noturnos, o turismo de compras e outros roteiros’’, anuncia, considerando que o setor de negócios é, sem dúvida, a alavanca do turismo paulista.
Spaccaqurhe aproveita para informar que está sendo elaborado um projeto de sinalização turística em conjunto com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que deve começar a ser colocado em prática já no mês de agosto. ‘‘Essas sinalizações (pictogramas) seguirão padrões internacionais e irão identificar, com desenhos, equipamentos turísticos. As mudanças levarão em conta o plano de sinalização de tráfego já existente’’, destaca.

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