DivulgaçãoPara turistasSacramento preserva seus casarios, ruas de pedras, telhados moldados em barro, museus e tudo o mais que conseguiu resgatar dos escombros das guerras passadasDe Montevidéu, pode-se partir para conhecer o país pela costa. Percorrendo apenas 177 quilômetros em direção à Colônia de Sacramento pela Rota 1. As distâncias no país são pequenas, e as viagens de carro, facilitadas pelas longas rodovias retas com uma única paisagem: campos e planícies. A maior distância do Sul para o extremo Norte chega a pouco mais de 600 quilômetros.
Colônia do Sacramento é, praticamente, o início de tudo. Com sua origem sustentada numa organização religiosa de 1680, a cidade guarda hoje a história do país preservada nos casarios com construção espanhola e portuguesa. Também banhada pelo Rio da Prata e de frente para Buenos Aires na Argentina, Colônia tratou de crescer de um lado, formando ruas e uma estrutura pública comum a qualquer cidade pequena; e de outro, tratou de preservar sua história mantendo distante do centro casarios, ruas de pedras, telhados moldados em barro, museus e tudo o mais que conseguiram resgatar dos escombros das guerras passadas.
Mas a cidade também tem vida própria. Agregou à história dos antepassados, que lhes rende bom fluxo de turistas o ano inteiro, outra história: a do crescimento econômico. Nada megalômano, mas garante a arrecadação de impostos com uma fábrica de jeans que oferece 800 empregos e um porto seco com trânsito de mercadorias para o resto do país.
Colônia tem hotéis e pousadas para atender esse fluxo de turistas; restaurantes suficientes, também com bons preços; transporte de barco pelo Rio da Prata em duas opções (de uma ou três horas de duração - no sentido Buenos Aires -, com capacidade para carros); e uma estrutura pública específica para turistas que necessitem de guias locais.

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