Mesmo tendo rompido todos os critérios do Salão Paranaense quando em 62 ganhou o prêmio de ‘‘Melhor Pintor do Paranᒒ, o que garantiu sua participação na Bienal na época, o marchand e artista plástico Jorge Carlos Sade foi esquecido e excluído pelo curador da mostra ‘‘Arte Paranaense: Movimento de Renovação’’, inaugurada recentemente na Galeria da Caixa. Pelo visto, nem todos os santos de casa fazem milagres. Lamentável!

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