Robôs lutam contra monstros em megaprodução
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 08 de agosto de 2013
Isabela Rosemback<br>Folhapress 
São Paulo - A megaprodução "Círculo de Fogo" chega aos cinemas hoje com uma proposta irresistível aos fãs de ação e ficção científica: o confronto entre monstros e robôs gigantescos, valendo a sobrevivência do nosso planeta.
Dirigido pelo criativo Guillermo del Toro (de "O Labirinto do Fauno" e "Hellboy"), o filme é um apanhado de referências a produções japonesas como "Godzilla" (1954) e o seriado "Jaspion" (1985) - sem deixar de lado boas lutas e efeitos especiais modernos, que fazem valer a pena ver o longa em 3D.
A trama se desenvolve a partir da ideia de que, de uma fenda no fundo do mar, alienígenas enormes chamados "kaijus" invadem a Terra visando a sua destruição.
Para detê-los, os terráqueos criam robôs igualmente enormes e resistentes, chamados "jaegers", que são comandados por pilotos treinados para o confronto.
Os humanos manipulam essas máquinas alojados em suas cabeças com a ajuda de uma neuroconexão - uma integração da mente com o robô. E, para cada "jaeger", são necessários dois pilotos compatíveis com a tecnologia. O problema surge quando os "kaijus" começam a aparecer: todos mais fortes e ameaçadores.
Afastado da função após perder o irmão em uma batalha - em cena mostrada no início do filme -, o piloto Raleigh Becket (Charlie Hunnam) é reconvocado a enfrentar essas criaturas em um "jaeger" como o que usava.
Enviado a Hong Kong, ele se identificará com a inexperiente Mako Mori (Rinko Kikuchi), que tem motivos de sobra para querer tornar-se sua parceira. O orçamento do filme equivale a R$ 450 milhões.


