Os fenômenos populares gerados na internet estão se multiplicando cada vez mais rapidamente. Depois da febre do Gangnam Style, considerado o videoclipe mais visto do mundo, a mania da vez é o Harlem Shake. O vídeo que mistura personagens vestidos com trajes inusitados dançando freneticamente ao som de uma música eletrônica lançado em fevereiro deste ano ganhou diferentes versões nos quatro cantos do planeta e que já somam mais de 8,7 milhões de produções postadas no YouTube. Em Londrina, vários grupos aderiram à moda e gravaram apresentações engraçadas em espaços públicos, academias, escolas e até empresas.
"A única intenção ao produzir o Harlem Skake é a diversão. Quanto mais bizarras as pessoas estiverem e mais fora do ritmo dançarem, mais engraçado será o vídeo", destaca o universitário João Pedro Marques Campos. Junto com três amigos, ele criou a comunidade "Harlem Shake Londrina" no Facebook e já organizou três versões do vídeo na cidade. "Nosso primeiro vídeo foi gravado na Concha Acústica com a participação de 30 pessoas e conseguimos atingir 25 mil visualizações no Youtube. Depois gravamos um no Terminal Urbano e dentro de um ônibus que faz o transporte coletivo", relata.
Segundo ele, a improvisação é um dos elementos determinantes para o sucesso dos vídeos. "Não adianta se programar muito. Vale usar qualquer tipo de roupa, desde que seja algo inusitado. A dança também não pode ser muito pensada. O que vale é ‘pirar’ na hora. Nas gravações cada um leva os seus próprios acessórios e no final tudo dá certo", enfatiza.

O vídeo original foi criado por garotos australianos que fizeram uma performance para a música do mesmo nome produzida pelo DJ Baauer, que mistura elementos de rap com batidas eletrônicas

Os vídeos de Harlem Shake postados na internet obtiveram 1 bilhão de visualizações em apenas 40 dias, metade do tempo que o Gangnam Style demorou
para atingir a mesma marca


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