Para Thierry Figueira, que entrou na reta final de "Vitória", da Record, a chegada de novos personagens serve para oxigenar a história. No entanto, segundo ele, é complicado para um ator chegar em uma produção onde já está estabelecido um ritmo de trabalho e um grau de entrosamento entre os envolvidos no projeto. "Dá um certo receio porque o pessoal já está integrado e se conhece bem. E também quem vem de fora chega em um ritmo muito diferente", afirma.
Carol Castro, que entrou no meio de "Amor à Vida", faz coro a Thierry Figueira. Para ela, a maior dificuldade é se adaptar à realidade da produção. Sem tempo de fazer workshops com o elenco ou participar de leituras com os diretores, o ator se sente um pouco perdido ao entrar em uma produção já iniciada. "A sensação que dá é de entrar em um trem em movimento. Você tem de dar uma corridinha para acompanhar", define. (A.B.)

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