Rio Paraná é uma boa opção o ano inteiro
Outra opção para a prática da pesca esportiva é o Rio Paraná, na Bacia da Prata, no lado argentino. Lá, a pesca é proibida somente em dezembro para a felicidade dos pescadores, de olho em grandes dourados, pintados, piaparas e pacus.
Outra vantagem do destino é que o pescador pode trazer alguns dos peixes pescados. A Direccion de Fauna, Flora y Ecologia da Argentina estabelece cotas e medidas dos pescados que podem ser levados. Cada pescador pode levar para casa um dourado (acima de 70 centímetros) ou um pintado (com mais de 80 centímetros). A cota ainda estabelece o limite de um jaú, dois pacus, três bagres e piracanjubas, cinco piaparas, e dez peixes da espécie armal, bagre amarelo, corvina ou traíra.
''Sempre vamos atrás dos peixes grandes. Pegamos um dourado de 18 quilos e um pintado com mais de 80 quilos'', contou Ricardo Okada, da Continental Tour.
O custo dos pacotes também são mais acessíveis. As passagens de ônibus leito-turismo, hospedagem com pensão completa, bebidas, lancha e iscas para três dias de pescaria, saem por R$ 1,7 mil. Para quatro dias, R$ 2 mil.
A base da viagem é o município argentino de Itati, a 500 km de Foz do Iguaçu. Das margens do Rio Paraná, as lanchas saem por volta das 6h30 da manhã. Após uma pausa para o almoço, os pescadores voltam para o rio de onde saem somente depois das 18h.
Segundo Okada, até mesmo quem não sabe pescar pode se aventurar. ''Cada barco tem um piloteiro que ensina a pescar, coloca a isca, faz tudo o que a pessoa precisar'', disse. (C.O.)





