Se nos últimos dois anos o stand-up comedy começava a chamar a atenção do público londrinense por meio de shows de grandes nomes no cenário nacional, foi em 2011 que esse tipo de espetáculo consolidou-se na cidade, com apresentações principalmente de humoristas locais nos palcos e também em bares.

Até um festival do gênero foi realizado, atraindo participantes de diversos municípios e confirmando o magnetismo desse tipo de humor - rápido, ácido e por vezes polêmico (como bem demonstrou Rafinha Bastos).

O ano da morte de Amy Winehouse, do retorno do Rock In Rio e do crescimento dos festivais internacionais também foi o da continuidade dos shows cover nos bares e casas noturnas da cidade. Por mais que artistas e bandas autorais continuem tentando ampliar a capacidade auditiva do público, o londrinense tem provado que quer mesmo é ouvir hits conhecidos para poder cantar junto.

Mas somos ecléticos: curtimos Adele na Terça Tilt, Gusttavo Lima (tchere tche tche) na 'sextaneja' e DJ badalado no sábado eletrônico, para terminar o domingo com samba, pagode e/ou pancadão.

Confira um resumo completo do ano de 2011 na cultura Londrinense na matéria da repórter Adriana Ito

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