Na mesma trilha das festas do peão estão as festas da colheita, cujo tema é normalmente o produto principal plantado ou criado na cidade. No Sul, as mais numerosas são as festas do marreco, ou do queijo, vinho e salame, ou simplesmente do colono, com seus salões de baile enfeitados com o melhor resultado da colheita.
Em Pirabeiraba, uma pequena vila rural a 10 km de Joinville, é assim. O cardápio tem marreco com repolho e a dança é embalada por músicas típicas alemãs. As festas do peão ganham o nome de ‘‘rodeio crioulo’’ ou ‘‘festa campeira’’. Geralmente pequenas e voltadas apenas à comunidade local, recebem o visitante de braços abertos.
Em São Paulo, há festas da Cerejeira em Garça, de São Pedro Pescador em Ubatuba, do Morango em Atibaia, do Ovo em Bastos, da Pinga em Timburi e muitas outras, que podem surpreender viajantes desavisados.
No Paraná, consta do calendário oficial a Festa do Carneiro no Buraco, realizada há 12 anos em Campo Mourão e o Porco no Rolete, de Toledo. Em Minas Gerais a preferência é pelas cavalgadas e festas religiosas. Já no Norte e Nordeste, as festas juninas e do boi (Boi-Bumbá) ganham de todas as outras.

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