Refúgio tem mais de 900 aves
O eterno duelo entre o homem e a natureza é visível nas atrações turísticas de Foz do Iguaçu. Aproveitar os recursos naturais sem destruí-los é um dos maiores desafios do turismo moderno, e cada atração lidou com o problema à sua maneira.
A solução encontrada pelo Parque das Aves foi trazer o homem para perto da natureza, e não o contrário. O visitante passeia dentro de um enorme viveiro dividido em seções que simulam o habitat natural de mais de 900 aves de 150 espécies diferentes. Apesar do nome do parque, outras espécies de animais, como cobras, jacarés e diversos insetos podem ser observados durante a visita. Quanto mais tempo para aproveitar o parque, melhor; mantendo-se em silêncio o visitante pode observar com mais atenção as coloridas araras se cortejando ou espécies raras de tucanos se alimentando.
Já na usina de Itaipu, a interação entre natureza e homem foi totalmente diversa. As Sete Quedas do Rio Paraná, na altura de Guaíra, ficaram submersas na formação do lago da maior hidrelétrica do mundo, a Usina de Itaipu. Em um passeio de três horas, os visitantes podem observar a que já foi considerada a maior obra de engenharia humana do século. A direção da Itaipu anunciou planos para um trabalho paisagístico que deve estar pronto em oito meses para enriquecer a visita de turistas.
Os amantes da natureza não podem perder a oportunidade de visitar o Museu Ecológico Bertoni, situado no Paraguai. Após percorrer uma trilha, o visitante tem a oportunidade de conhecer a residência de Moisés Bertoni, um cientista suíço que realizou diversos estudos na área das ciências naturais. Além dos experimentos do suíço, a exposição conta a trajetória de Bertoni na região. (R.S.)





