Recordações profissionais
Leandro Calixto
TV Press
Em quase 30 anos de carreira, Nuno Leal Maia diz que pouca vezes se identificou tanto com um papel como o do professor Pasqualete de Malhação Múltipla Escolha. É que a primeira profissão que ele exerceu foi justamente a de professor num cursinho pré-vestibular. Agora Malhação ficou uma produção didática. Antigamente, os autores desenvolviam histórias bobas e sem conteúdo, acredita.
Nome: Nuno Leal Maia.
Nascimento: 17 de abril de 1947, na cidade de Santos.
Primeiro trabalho na tevê: Na minissérie Dom Camilo e os Cabeludos, exibida no início da década de 70 na extinta Tupi.
Quais matérias mais gostava de estudar: história e português. Por que não seguiu a carreira de jogador de futebol: Quando atuava como lateral-esquerdo do juvenil do Santos, gostava muito da noite. Boêmia e futebol não combinam.
O que gostaria que fosse reprisado: A novela Mandala, de Dias Gomes.
Com quem gostaria de trabalhar: Com o ator Tonico Pereira.
Momento marcante de sua carreira: Foi no filme Louco por Cinema, de André Luiz de Oliveira. Ganhei o prêmio de melhor ator no Festival de Brasília.
O que gosta de ver na tevê: Programas esportivos e Canal Brasil, da Globosat.
Livro de cabeceira: Tao, de Lao Tsé.
Arrependimento: Não ter comprado um imóvel na Joatinga, Zona Sul do Rio de Janeiro. É um lugar maravilhoso.
Projeto para o futuro: Pretendo produzir e dirigir algum espetáculo teatral e, quem sabe, uma produção cinematográfica.





