São Paulo – Depois de ‘‘No Limite’’, ‘‘Sufoco’’ e com estréia anunciada de ‘‘Big Brother Brasil’’, a TV Globo tem mais cinco programas na linha TV realidade na manga.
Três deles já estariam incluídos no pacote que a rede comprou em agosto da Endemol - empresa holandesa que detém os direitos de ‘‘Big Brother’’ e que processa o SBT por plágio em ‘‘Casa dos Artistas’’.
Segundo assessoria de comunicação, a emissora estuda transformar esses games em quadros para programas como ‘‘Caldeirão Huck’’ e ‘‘Domingão do Faustão’’, a exemplo do ‘‘Sufoco’’.
Por enquanto, porém, as atenções da Globo estão voltadas para a versão brasileira de ‘‘Big Brother’’, que deverá competir diretamente com a segunda ‘‘Casa dos Artistas’’.
A emissora se prepara para colocar a versão oficial do programa no ar já no começo do ano. O imóvel, onde ficarão os participantes - todos anônimos - , está sendo construído nos estúdios da rede no Rio.
O interesse da Globo pelo programa não é à toa. A televisão não é a mesma desde 16 de setembro de 1999, dia em que estreou o primeiro ‘‘Big Brother’’ na Holanda. A atração, que virou febre no país, já atingiu 21 países.
O estardalhaço que ‘‘Casa dos Artistas’’ (SBT) causou na TV brasileira é equivalente ao que aconteceu com a estréia de ‘‘Big Brother’’ em países da Europa e América, como Alemanha, Espanha, Estados Unidos, México, Inglaterra, Portugal, Suíça, Suécia e Bélgica (nos quatro últimos as séries estrearam juntas) etc.
As gincanas têm sempre o mesmo formato: de 10 a 12 pessoas confinadas em uma casa por 60 ou 90 dias, sendo filmadas 24 horas. Os participantes não podem ter nenhum contato com o mundo exterior como falar com familiares, ler jornais e ver TV.

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