REALITY SHOW
'As estrelas são os participantes'
Com a mudança de emissora, no ano passado, o programa Ídolos não só trocou a banca de jurados (para alívio de muitos participantes que tremiam diante dos comentários impiedosos de Miranda e Saccomani), mas também o apresentador. Para esta função foi escalado Rodrigo Faro, que já apresentou programas infantis e adolescentes, além de trabalhar como modelo e ator. Segundo ele, sua participação deve ser discreta, sem ofuscar a presença dos candidatos.
Qual o grande diferencial desta etapa do Ídolos na Record?
Eu acho que o programa está mais focado no reality show. A grande preocupação é mostrar a trajetória deste ídolo desde o dia em que ele estava na fila até a grande final, quando é consagrado vencedor do programa. O foco é na pessoa. As estrelas são os participantes, e não o apresentador.
O estilo pop é sempre o mais requisitado. Mas há espaço para o candidato mais acadêmico, do canto lírico?
Tem. Nós tivemos no ano passado um candidato chamado Alan, que vinha de formação lírica, e ele foi longe. Quem assistiu à final do programa pôde ver a quantidade de estilos diferentes que as pessoas cantavam. A gente está procurando um ídolo e não um estilo.
Quais suas impressões sobre a seletiva em Curitiba?
Superação total das expectativas. Estou muito feliz com o resultado que mostra que o programa é um sucesso no Paraná.
O que você tem a dizer da revelação Susan Boyle?
Foi uma supresa maravilhosa. Em qualquer programa que abre espaço para pessoas que tenham talento você vai encontrar casos parecidos como o dela. Você tem a história do Paul Potts também, que vendia celulares e arrebentou quando se apresentou cantando ópera. Foi um tremento sucesso. É por isso que eu gosto de programas que abrem oportunidade para as pessoas mostrarem seu talento.
Você acha que é mais fácil fazer sucesso hoje ?
Sem dúvida. Hoje você tem muito mais condições de estourar uma carreira artística. Isso é bom. O advento da tecnologia veio com tudo ajudar quem tem talento pra mostrar. (R.J.D.)





