Grife circense
Uma trupe do Cirque du Soleil fica em temporada no Brasil até dezembro, dividindo as apresentações entre São Paulo e o Rio. Mas a grife circense espalha sua arte simultaneamente em vários países, com grupos se apresentando na Europa, América e outros continentes. Na Austrália, berço do circo mais famoso do mundo, os irmaõs Andrew e Kevin Atherton fazem estripulias no trapézio, diante de uma platéia encantada com os poderes destes artistas que até parecem Superman.


Primitivo e moderno
Uma escultura iluminada de Jonathan Jone, de 28 metros de comprimento, abre a exposição ‘Aventuras em formas e espaço’ em Sidney, na Austrália. Lâmpadas fluorescentes formam motivos da cultura aborígene, realizando um encontro inusitado entre o primitivo e o moderno. Arte para preservar memórias.


Do ocidente ao oriente
‘Security checked’ é o título da obra do artista vietnamita Denh Y Nhi que está expondo numa galeria de Hanoi. Há cerca de uma década, os artistas do Vietnã começaram a ganhar elogios da crítica especializada em todo mundo, e hoje encabeçam movimentos de arte moderna. Num país tradicionalista, eles optam pelas referências da arte ocidental contemporânea. Uma questão também de mercado.


Copistas a todo vapor
E a arte ocidental rouba a cena no Vietnã também através dos copistas que reproduzem obras de grandes mestres da pintura ocidental. As reproduções são vendidas em lojas no centro de Hanoi. No território das artes, tudo parece reforçar este encontro tardio do oriente com o ocidente. É a globalização na ponta dos pincéis.

Célia Musilli

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