REALITY SHOW
Dama do suspense
Uma dama é sempre uma dama e, sendo da literatura, merece todo nosso respeito. Assim, não dá para passar em branco a lembrança dos 30 anos da morte da escritora inglesa Agatha Christie (1890 - 1976), completados no último dia 12. Ela é a 'mãe' do detetive Hercule Poirot, personagem de mais de 70 novelas. Agatha tomou emprestado do primeiro marido, o coronel Archibald Christie, o sobrenome com o qual ficou famosa. Mas foi na companhia do segundo marido, o arqueólogo Max A.C Mallowan, que ela fez grandes expedições. As viagens a inspiraram a escrever dois clássicos: 'Morte no Nilo' e o 'Assassinato no Expresso Oriente'. Suspense em altas doses para prender o leitor.
Falso ou verdadeiro?
Esta semana, a suspeita de que algumas obras de arte do acervo da Fundação Biblioteca Nacional, do Rio, podem ser falsas surpreendeu os brasileiros. No mercado de arte, há mais falsificações do que se imagina. Por isso, os especialistas franceses criaram um curso que ensina os leigos a reconhecer se uma obra é verdadeira ou falsa. Na foto, um mulher olha atentamente peças de porcela de Sevres. Aluna do curso, ela tenta reconhecer as diferenças entre as peças autênticas e as que deveriam receber um carimbo 'made de China'.
Estampa venezuelana
Se você pensa na Venezuela e só lembra do petróleo e da careta de Hugo Chavez, agora pode mudar suas referências. Esta lindeza da foto é o estilista Oscar Carvallo, venezuelano da gema que acaba de inaugurar uma loja em Paris. Ele faz roupas exóticas e caras para poucas. Mas a foto é de graça e pode ser apreciada por qualquer mortal. Aproveitem, meninas.
Genial é pouco
A Europa celebra os 250 anos do compositor Wolfgang Amadeus Mozart, nascido em Salzburg, em 27 de janeiro de 1756. Concertos, filmes, livros e suvenirs tomam conta das cidades. Em Praga, capital tcheca, um cartaz anuncia uma apresentação da ópera Don Giovanni. Mozart que deixou para o mundo 41 sinfonias, entre muitas outras obras, aos três anos já demonstrava sua enorme aptidão musical. Nesta idade, começou a tocar cravo e chorava quando alguém tocava alto demais ou errava as notas. Ouvido de gênio não admite barulho. Nem precisa dizer que, se vivesse, hoje, Mozart abominaria o que se escuta no rádio. Também, não é preciso ser gênio para identificar a mediocridade.
Célia Musilli





