Cinema também é cifrão
  Não só no Brasil o cinema ganha fôlego, verbas e visibilidade. Nas ruas do Paquistão, a população esbarra em cartazes anunciando filmes que são considerados o principal entretenimento no país que tem 450 salas de exibição. Por ano, lá são produzidos cerca de 60 filmes, um investimento que faz a indústria faturar cerca de US$ 100 milhões. Acha muito? Isso não é nada perto da produção cinematográfica da Índia que coloca no mercado 800 filmes por ano gerando um lucro de US$ 2 bilhões. Uauuuu....


Oscar de roupa nova
  Por falar em cinema, não custa conferir o cartaz da 77ªpremiação do Oscar que vai acontecer em 27 de janeiro de 2005 no Teatro Kodak, em Los Angeles. O cartaz é uma criação do designer gráfico Brett Davidson que ganhou um concurso patrocinado pela Academia de Artes e Ciências de Hollywwod. Na liguagem da pop art, a peça publicitária empresta ares moderninhos ao velho boneco dourado cobiçado por dez entre dez estrelas do cinema.


Luxo de marajá
  Na foto dos anos 30, a maharani Gayatri Devi de Japur posa com um desconhecido diante de um Rolls Royce. Maharani é o feminino de marajá na Índia para onde foram exportados cerca de 20 por cento dos 20 mil Rolls Royce produzidos no mundo antes da Segunda Guerra. Como se vê, a ostentação não era privilégio dos homens na terra de Ghandi que, na contramão do luxo, andava a pé comandando multidões.
Célia Musilli

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