Jóia do tempo
A modelo Lin Chia-Lin faz parceria com um relógio suiço cravejado de diamantes que está exposto em Taipei (Taiwan). O preço da jóia é calculado em US$ 1,4 milhão de dólares. Caro demais? Claro que sim, aliás um valor inimaginável para os mortais que só podem investir em reloginhos descartáveis comprados dos camelôs. Mas, pelo menos, ninguém cobiça.

Luz na passarela
Matéria-prima pra lá de criativa foi utilizada pelo estilista mexicano Ricardo Velasko que investe no neon para criar modelos inusitados. Está certo que a top, com ares futuristas, também pode ser confundida com um enfeite de Natal. Mas vale tudo para brilhar na passarela.

Rindo à toa
Amir Slama, dono da marca Rosa Chá, tem razão para estar rindo à toa. Aliás, deveria gargalhar. Em entrevista recente, ele revelou que a marca dobrou as exportações de biquinis tendo faturado, entre janeiro e junho de 2004, US$ 14,3 milhões contra os US$ 7,9 milhões do mesmo período em 2003. O dono dos biquinis não tem mesmo do que reclamar.

Quase um Mondrian
As cores e formas lembram as telas de Mondrian, pintor holandês que morreu em 1944. Mas a arte ''respira'' nesta cena do balé ''Steptext'', uma montagem da companhia Dresden Opera, que está em cartaz na Alemanha. A coreografia é do norte-americano William Forsythe e comprova mais uma vez que chique mesmo é ser ''clean'', isso também vale para cenários e figurinos.

Célia Musilli

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