O enfoque diferenciado deve-se ao empenho de Loreane e da professora Vilma Maria Rodrigues Chofard, que participaram do curso de extensão ''História da África e Afro Brasileira'', oferecido pelo Núcleo de Estudo Afro Asiático (NEAA), da Universidade Estadual de Londrina. ''No meu caso, aproveitei para aprender novas brincadeiras como a das sementes de baobá, que no Brasil chamamos de jogo das pedrinhas ou Três Maria'', conta Vilma. ''Outro aspecto muito importante para mim foi que eu consegui quebrar um tabu com relação à religiosidade africana. Aprendi sobre suas tradições ancestrais e isso abriu a minha mente'', garante.
A diretora Elaine Fernandes Possani considera uma vantagem o fato da sua escola ser de período integral, o que favorece, segundo ela, uma abordagem mais criativa e aprofundada dos conteúdos curriculares. ''Os alunos precisam ter consciência do mundo lá fora, ver de perto, andar pelo bairro, e apesar de toda cobrança que a sociedade faz sobre a escola, realmente devemos fazer o nosso máximo para a formação integral do cidadão'', conclui. Definitivamente a grandeza da vida está na diversidade. (A.P.N)

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