Curitiba O Quarteto Fantástico chegou a ter uma primeira tentativa de produção live-action (em carne-e-osso) em 1994, quando ficou pronto a terrível e impagável adaptação de Roger Corman para os cinemas. A película de Corman, é digno de qualquer sessão trash de Ed Wood e pode ser encontrado nas melhores casas do ramo de filmes B. Em uma sequência do Tocha Humana, por exemplo, as chamas são visivelmente ''feitas em casa'', com efeitos a partir de esboços no papel.
A equipe teve um desenho animado de relativo sucesso durante os anos 60, produzido pela Hanna-Barbera. Na década seguinte, o quarteto ganhou nova animação, desta vez pela DePatie-Freleng Enterprises (que tornaria-se a Marvel Enterprises Ltd. nos anos 80). A nova série não fez muito sucesso, principalmente porque o Tocha Humana foi substituído por um robô, chamado H.E.R.B.I.E. (!), já que os executivos achavam que crianças e adolescentes poderiam ser tão idiotas ao ponto de colocar fogo no próprio corpo para imitar o personagem.
Já no início dos anos 90, a Marvel criou a ''Marvel Action Hour'', que dividia uma hora de animação entre Homem de Ferro e Quarteto Fantástico. Algumas das aventuras eram apenas recriações atualizadas dos desenhos da década de 60 e a série durou apenas duas temporadas.
As coisas mudaram quando a Marvel finalmente deu atenção ao poder do cinema e escolheu profissionais à altura para transmitir o conceito de suas criações na sétima arte. Então, depois de X-Men, Homem-Aranha, Hulk, Elektra, Demolidor, Blade e Homem-Coisa, a ''Casa das Idéias'' decidiu que seria a vez da nova audiência contemplar um dos mais carismáticos grupos de super-heróis já criados, o Quarteto Fantástico. Resta agora pagar para ver se a película, dirigida por Tim Story, tornou-se realidade. (C.Y.)

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