Qualidade de vida determinou escolha pela Dinamarca
Ramiro Caiano, hoje com 22 anos, tinha quase 17 quando partiu para um ano de intercâmbio pelo Rotary Club. Escolheu Dinamarca, depois de uma pesquisa em que constatou que o nível de desenvolvimento humano e educacional do país era muito bom. Na primeira família em que ficou (pelo Rotary, fica-se em três famílias diferentes), uma pessoa falava inglês, o que facilitou o começo das comunicações. Em pouco tempo o rapaz já falava dinamarquês.
''Lá eu fiz o correspondente ao terceiro ano do ensino médio, estudei línguas e também para o vestibular'', conta Ramiro, que cursa administração de empresas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). ''O melhor de tudo foi me sentir como membro das famílias, participando da rotina e tendo os mesmos direitos e deveres.''
Danilo, irmão de Ramiro, fez intercâmbio na Alemanha em 2004 e hospedou em sua casa o alemão Arne Seifried, de 26 anos, que veio pela Association Internationale des Etudiants en Sciences Economiques et Commerciales (Aiesec) para um estágio de oito meses na Câmara de Comércio Brasil-Alemanha. ''Estar num país estrangeiro vivendo a rotina de um morador daqui é uma experiência muito rica. Aproveito tudo o que posso porque sei que um dia vou usar'', disse Arne.





