Renato Viani, arquiteto graduado pela UEL e autor do projeto vencedor - . ‘‘Eu acho que o projeto foi proposto de maneira que atendesse todas as normas internacionais, intervenções na área de patrimônio histórico e edificações tombadas ou não, e em total respeito a isso nós utilizamos materiais atuais, para que justamente ficasse separado o que é existente da proposta nova. Esse projeto não alteraria o valor histórico do museu, pois essa estrutura possibilita a desmontagem.’’

Widson Schartz, jornalista e historiador: ‘‘Londrina é uma cidade que já tem 70 anos. Nesse período, nós já derrubamos o Paço Municipal, mantivemos, porém, o prédio da cadeia pública - conhecido como ‘‘cadeião’’. Se mantivemos o ‘‘cadeião’’, mas derrubamos a prefeitura antiga, eu acho que, com toda justificativa, deve-se preservar esses vagões, mas é mais importante que se preserve a fachada do Museu Histórico’’

Antônio Carlos Zani, doutor em arquitetura: ‘‘Não estou desmerecendo o trabalho, pelo contrário, eu julguei como o melhor trabalho arquitetônico do concurso. Como profissional, entretanto, entendo que ele significa uma interferência no museu e pode ser edificado em outro local, sem causar interferências em edificações de valor histórico ou artístico do município’’

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