Uma nova regente é somente uma das necessidades da primeira orquestra criada no Paraná, a Osuel, que às vésperas de completar 25 anos, em 2009, lança um projeto para manter a qualidade técnica, musical e pedagógica.
O projeto ''Orquestra Sinfônica da UEL - a caminho dos seus 25 anos'', começou com o convite à maestrina Elena Herrera para estar à frente do elenco de músicos.
O objetivo é envolver a sociedade e o empresariado, levantando recursos para manter a Osuel e a agenda de concertos e turnês.
''Estamos captando recursos junto à iniciativa privada para que a Osuel circule. A orquestra não está morta e o projeto é uma injeção de ânimo, que o público londrinense poderá escutar já neste concerto'', afirma a diretora da Casa de Cultura da UEL, Janete El Haouli, acrescentando que entre os apoios, já tem garantido o do Ministério da Cultura (MinC), que liberou recentemente a última parte de recursos na ordem de R$ 150 mil, com rubricas para várias ações, como pagamento de cachês e a alimentação.
Com um elenco de 48 músicos, número insuficiente para executar alguns repertórios, a Osuel ganhará o reforço de oito instrumentistas no concerto de hoje, além do solista Stanislav Schultz.
''Há dois anos, a Osuel estava sem um maestro titular. Atravessou um processo de crise, que serviu para as pessoas entenderem o que representa não ter um regente para mostrar todo o seu potencial'', completa Janete (F.L.)

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